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        <title>Cat Premium - Notícias</title>
        <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/</link>
        <description>Cat Premium - Notícias</description>
                    <item>
                <title>Brasil abriga 10% das espécies animais que serão descobertas no futuro</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2720159/</link>
                <pubDate>Wed, 24 Mar 2021 17:59:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;p&gt;Mapa inédito publicado na &quot;Nature Ecology and Evolution&quot; aponta o país como um dos principais locais com potencial de descoberta de novas espécies no mundo&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://s2.glbimg.com/LyhadVUZ2VY-myAp88VTkbYB6yE=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/22/jaime-dantas-b_8fnxploty-unsplash.jpg&quot; alt=&quot;Brasil abriga 10% das espécies animais que serão descobertas no futuro (Foto: Jaime Dantas/Unsplash)&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;Cerca de 1,5 milhão de espécies de seres vivos já for&lt;/span&gt;am mapeadas pela &lt;b&gt;ciência&lt;/b&gt; em todo o planeta — e, de acordo com estimativa de pesquisadores, ainda há mais do que cinco vezes essa quantidade para ser descoberta. Pensando nisso, cientistas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em parceria com a Universidade de Yale, dos Estados Unidos, desenvolveram um modelo que usa informações sobre a probabilidade de descoberta das espécies para gerar um mapa das regiões com espécies não descobertas. Segundo o modelo, 60% das futuras descobertas devem ocorrer em &lt;b&gt;florestas tropicais&lt;/b&gt; como &lt;b&gt;Amazônia&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Mata Atlântica&lt;/b&gt;. Os resultados estão em estudo publicado na revista &lt;em style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt;Nature Ecology and Evolution.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt;Utilizando bases de dados disponíveis online, os cientistas compilaram onze tipos de informações que potencialmente afetam a probabilidade de descoberta das espécies. No total, foram compilados dados para mais de 32 mil espécies de vertebrados terrestres, isto é, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; outline-color: initial; outline-style: initial;&quot;&gt;anfíbios, répteis&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; outline-color: initial; outline-style: initial;&quot;&gt;aves&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; outline-color: initial; outline-style: initial;&quot;&gt;mamíferos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt;. Entre essas informações, está, por exemplo, o tamanho do corpo, condições climáticas onde a espécie ocorre e a quantidade de especialistas que estudam cada espécie. Com essas informações em mãos, os cientistas mapearam o percentual de espécies conhecidas para cada região do planeta. De acordo com o pesquisador Mario Moura, porta-voz do estudo, o mapa antecipa onde estão as espécies ainda não descritas pela ciência. A pesquisa foi financiada pela National Science Foundation, Nasa, National Geographic e E. O. Wilson Biodiversity Foundation.&lt;/span&gt;&lt;em&gt;

&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;Segundo o estudo, os países com maior quantidade de espécies não descritas são &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Brasil&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;, Indonésia, Madagascar e Colômbia. Os quatro juntos somam 25% de todas as futuras descobertas de novas espécies. O Brasil sozinho possui cerca de 10% das futuras descobertas. “Quando as futuras descobertas são analisadas por tipo de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;animal&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;, temos que 48% das novas descobertas serão de répteis (lagartixas, serpentes, lagartos), 30% de anfíbios (principalmente sapo, perereca, e rãs que ocorrem no chão de florestas), 15% de mamíferos (principalmente roedores e morcegos), e 6% de aves (principalmente aves canoras).”, destaca Mario Moura.&lt;/span&gt;

&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;No artigo, os pesquisadores apresentam um mapa das dez regiões com maior potencial para abrigar novas espécies no planeta. “Essas dez regiões englobam cerca de 70% de todas as espécies não descritas de vertebrados terrestres”, acrescenta Moura.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline: 0px; clear: none; width: calc(100% - 30px); max-width: 628px;&quot;&gt;O estudo oferece um novo enfoque para as pesquisas em &lt;b&gt;biodiversidade&lt;/b&gt; ao ranquear as regiões do planeta de acordo com o potencial de descoberta de novas espécies. “O nosso trabalho poderá orientar novas pesquisas em taxonomia, e acelerar o descobrimento de espécies”, explica Moura. Sem o descobrimento formal dessas espécies desconhecidas, o planejamento de conservação é efetuado de modo incompleto. “Espécies sem uma descrição formal não podem ser avaliadas e categorizadas com relação ao seu nível de ameaça. Para conservar, é preciso conhecer”, destaca o pesquisador.&lt;/p&gt;

&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id=&quot;pub-materia-2&quot; class=&quot;adv adv-article moze-center&quot; data-advertising=&quot;0&quot; data-advertising-status=&quot;complete&quot; data-google-query-id=&quot;CNmh7vvAye8CFfgDuQYd_48BYw&quot; style=&quot;outline: 0px; position: relative; min-height: fit-content; flex-basis: 25%; overflow: hidden; max-width: fit-content;&quot;&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Variante B.1.1.7 do coronavírus infectou animais pela 1ª vez</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2720131/</link>
                <pubDate>Wed, 24 Mar 2021 17:51:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;p&gt;Em mais um capítulo da guerra entre o coronavírus e a humanidade, dois novos estudos divulgados nesta semana revelaram que cães e gatos podem ter sido infectados pela variante B.1.1.7 do Sars-CoV-2, detectada pela primeira vez no Reino Unido em setembro de 2020 e hoje presente em diversos países do mundo.&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora não haja confirmação científica dos detalhes, existem fortes indícios de que o vírus causador da covid-19 tenha provocado algumas condições cardíacas em animais domésticos parecidas com alguns sintomas experimentados por seres humanos. É a primeira vez que uma das variantes do coronavírus é observada fora de humanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Coincidentemente, foi no Reino Unido que ocorreram infecções de animais de estimação com a variante B.1.1.7. Também no Reino Unido registrou-se, em dezembro de 2020, um aumento de casos de miocardite, uma inflamação do tecido do coração, entre cães e gatos, cuja incidência saltou de 1,4% para 12,8%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar desses números, os dois estudos não conseguiram comprovar cientificamente a hipótese de que a variante do Sars-CoV-2 seja a responsável pelos comprometimentos cardíacos dos animais, nem que seja mais transmissível ou mais perigosa em gatos e cachorros.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;O estudo de Londres&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa para o Desenvolvimento Sustentável da França relataram os primeiros casos de infecção de cães e gatos domésticos pela variante do Reino Unido B.1.1.7 do Sars-CoV-2 diagnosticados em uma clínica veterinária de Londres, especificamente os internados na unidade de cardiologia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao todo, sete animais fizeram o teste de reação em cadeia da polimerase (PCR) e três deles deram positivo para o coronavírus com a variante B.1.1.7, segundo o estudo publicado no repositório aberto de pré-publicação &lt;em style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;bioRxiv&lt;/em&gt;, na quinta-feira (18). Dos quatro animais restantes, dois revelaram anticorpos característicos de que já haviam se infectado com o vírus.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos autores do estudo, o virologista Eric Leroy afirma que não está claro se as taxas de infecção entre humanos e animais, ou vice-versa, são mais altas do que as da cepa original. Para o pesquisador, não é possível afirmar que animais de estimação desempenham um papel mais sério na pandemia, mas “essa hipótese tem que ser seriamente levantada”.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;O estudo do Texas&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;img-fc&quot; data-fonte=&quot; Ariana Drehsler/AFP/Getty Images &quot; data-fonte-url=&quot;https://www.sciencemag.org/sites/default/files/styles/article_main_image_-_1280w__no_aspect_/public/cat_1280p_3.jpg?itok=YXxRQRmX&quot; style=&quot;clear: both; overflow: hidden; text-align: center;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;p402_hide&quot; data-sizes=&quot;auto&quot; data-src=&quot;https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=328&quot; data-srcset=&quot;https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=328 328w, https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=380 380w, https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=528 528w, https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=704 704w&quot; alt=&quot;Fonte: Ariana Drehsler/AFP/Getty Images/Reprodução&quot; src=&quot;https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=328&quot; srcset=&quot;https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=328 328w, https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=380 380w, https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=528 528w, https://img.ibxk.com.br/2021/03/21/21005301060049.jpg?w=704 704w&quot; data-loaded=&quot;true&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; border-style: none; height: auto; max-width: 100%; width: 704px; display: block; margin-left: auto !important; margin-right: auto !important;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;desc&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Fonte: Ariana Drehsler/AFP/Getty Images/Reprodução&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;desc&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Fonte:  Ariana Drehsler/AFP/Getty Images &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também nesta semana, pesquisadores da Texas A&amp;amp;M University detectaram a variante B.1.1.7 em um gato e um cachorro de uma mesma residência no condado de Brazos, nos EUA. Assim como os proprietários de cinco pets no Reino Unido, também o dono da casa no Texas havia sido diagnosticado com covid-19 antes de os animais desenvolverem as manifestações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os sintomas dos dois animais não estavam presentes no momento da testagem, porém ambos começaram a espirrar algumas semanas depois. Logo depois, recuperaram-se completamente, assim como os animais do Reino Unido, onde apenas um gato teve que ser sacrificado após apresentar uma recaída.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A microbiologista Shelley Rankin, da Universidade da Pensilvânia, explicou que os pesquisadores revelaram somente uma correlação entre a infecção pela variante B.1.1.7 e a miocardite, mas outras causas podem também ter sido responsáveis pela doença.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Avaliando os dois estudos, o veterinário Scott Weese, da Universidade de Guelph, no Canadá, alerta que nem o estudo do Texas e nem o do Reino Unido deveriam ser vistos como ameaça de que animais de estimação colocaram seus donos em perigo. Para ele, o que ocorre é o contrário: “se o meu cachorro está com ele [o vírus], provavelmente o herdou de mim”.&lt;/p&gt;

&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Saiba como denunciar maus-tratos ou crueldade contra animais</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2689751/</link>
                <pubDate>Sat, 13 Mar 2021 13:45:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;div class=&quot;slice slice--opening  slice--white&quot; style=&quot;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;slice__inner&quot; style=&quot;position: relative; max-width: 1200px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;slice__contents&quot; style=&quot;position: relative;&quot;&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Quando o assunto é denúncia de maus-tratos ou&lt;/h3&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;&amp;nbsp;crueldade contra animais, o Brasil possui legislação&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;pertinente e autoridades competentes que são responsáveis&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;pela manutenção da lei e punição de crimes&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;slice slice--number--1 slice--type--paragraph_copy_image_quote slice--first slice--next-type--paragraph_share_links slice--white&quot; style=&quot;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;slice__inner&quot; style=&quot;position: relative; max-width: 1200px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;slice__contents&quot; style=&quot;position: relative;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;paragraph--view-mode--default paragraphs--type--paragraph-copy-image-quote paragraph&quot; style=&quot;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;clearfix text-formatted field field--name-field-copy-image-quote-copy field--type-text-long field--label-hidden field__item&quot; style=&quot;&quot;&gt;&lt;p&gt;
&lt;img src=&quot;https://s2.glbimg.com/Jr3DCZ9rYL_Cn3X0VPOsHNa78og=/0x0:637x356/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/m/s/DBVJtSSAOLz9Zqn6QlNQ/dogs.jpg&quot; alt=&quot;ONGs que cuidam de animais abandonados enfrentam falta de dinheiro e  estrutura em Sorocaba | Sorocaba e Jundiaí | G1&quot;&gt;

&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É possível denunciar também ao órgão público competente de seu município, para o setor que responde aos trabalhos de vigilância sanitária, zoonoses ou meio ambiente. Lembrando que cada município tem legislação diferente, portanto caso esta não contemple o tema maus tratos pode utilizar a Lei Estadual ou ainda recorrer a Lei Federal.&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Lei de Crimes Ambientais&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Constituição Federal Brasileira&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;VII – preservar as florestas, a fauna e a flora;&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;Art. 225. Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para os presentes e futuras gerações.&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;§ 1.º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público:&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;VII – “proteger o Meio Ambiente adotando iniciativas como: proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoque a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A denúncia pode ser feita nas delegacias comuns ou nas especializadas em meio ambiente ou animais*. Também se pode denunciar diretamente no Ministério Público ou no IBAMA.&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Como proceder nas delegacias&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Cumpre à autoridade policial receber a denúncia e fazer o boletim de ocorrência. O policial que se negar a agir estará cometendo crime de prevaricação (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal - art. 319 do Código Penal). Caso isso aconteça, há como queixar-se ao Ministério Público ou à Corregedoria da Polícia Civil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim que o escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Negando-se a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o de que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no Art. 329 do Código Penal Brasileiro (retardar ou deixar de praticar indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei para satisfazer interesse ou sentimento pessoal). (Leve esse artigo por escrito.)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, laudo ou atestado veterinário, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dica: ao ir à delegacia, procure levar por escrito o art.32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n.º 9.605 de 1998) que esta descrito acima, uma vez que, infelizmente, há policiais que não estão cientes do conteúdo dessa lei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Saiba que você não será o autor do Processo Judicial que for aberto a pedido do delegado. O Decreto 24645/1934 reza em seu artigo 1º - “Todos os animais existentes no país são tutelados do estado”, Logo, uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, ou elaborado TCO, o Delegado o encaminhará ao juízo para abertura da competente ação penal onde o Autor da ação será o Estado.&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Como proceder no Ministério Público&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O Ministério Público é quem tem a autoridade para propor ação contra os que desrespeitam a Lei de Crimes Ambientais. Sendo assim, pode-se fazer a denúncia diretamente no MP, o que agiliza muito o processo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/Cartilhas/defesa_animal_2015_06_11_dg.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;Veja a cartilha de denúncias do Ministério Público.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;IBAMA&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo email para &lt;a href=&quot;mailto:linhaverde.sede@ibama.gov.br&quot; style=&quot;&quot;&gt;linhaverde.sede@ibama.gov.br&lt;/a&gt;. O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.&lt;/p&gt;&lt;h3 style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Telefones e endereços para denúncia&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Note que o autor do processo judicial será o estado e não você. Sendo assim, não tema denunciar. As organizações não governamentais possuem um papel importante e insubstituível na sociedade. Porém, exerça a sua cidadania. Não se cale frente aos crimes contra os animais e o meio ambiente, e exija das autoridades responsáveis às providências previstas por lei.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;gamma&quot; style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Brasil&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Polícia Militar:190&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia:181&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;IBAMA (no caso de animais silvestres) - Linha Verde: 0800 61 8080&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ibama.gov.br/denuncias&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;www.ibama.gov.br/denuncias&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Ministério Público Federal: &lt;a href=&quot;http://www.mpf.mp.br/servicos/sac&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;http://www.mpf.mp.br/servicos/sac&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Safer Net (crimes de crueldade ou apologia aos maus-tratos na internet): &lt;a href=&quot;https://new.safernet.org.br/denuncie&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;www.safernet.org.br&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p class=&quot;gamma&quot; style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Região Sudeste&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Espírito Santo&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia de Proteção aos Animais – Delegacia de Meio Ambiente do Espírito Santo – (27) 3236-8136&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Minas Gerais&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia de Crime contra a Fauna – (31) 3212-1339ou (31) 3212-1356&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Rio de Janeiro&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais do Rio de Janeiro – site ou telefone: 1746&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;DEMA – Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Tel.: (21) 3399-3290 ou (21) 3399-3298&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;São Paulo&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia Animal (São Paulo e Grande São Paulo) – 0800 600 6428&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Web Denúncia – &lt;a href=&quot;http://www.webdenuncia.org.br/&quot; style=&quot;&quot;&gt;www.webdenuncia.org.br&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) – &lt;a href=&quot;http://www.ssp.sp.gov.br/depa&quot; style=&quot;&quot;&gt;http://www.ssp.sp.gov.br/depa&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Polícia Ambiental: &lt;a href=&quot;http://denuncia.sigam.sp.gov.br/&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;http://denuncia.sigam.sp.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: inherit;&quot;&gt;Por e-mail: &lt;a href=&quot;mailto:ambientaldenuncias@policiamilitar.sp.gov.br&quot; style=&quot;&quot;&gt;ambientaldenuncias@policiamilitar.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p class=&quot;gamma&quot; style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Região Sul&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paraná&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente | DPMA – Curitiba – (41) 3251-6200&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Web Denúncia – &lt;a href=&quot;http://www.webdenuncia.org.br/&quot; style=&quot;&quot;&gt;www.webdenuncia.org.br&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) – &lt;a href=&quot;http://www.ssp.sp.gov.br/depa&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;Site&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Rio Grande do Sul&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia Online do Rio Grande do Sul – &lt;a href=&quot;https://www.delegaciaonline.rs.gov.br/dol/#!/registro/Maus-Tratos%20Contra%20Animais/avisos&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;Site&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Santa Catarina&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia Eletrônica de Proteção Animal de Santa Catarina – &lt;a href=&quot;https://delegaciavirtual2.sc.gov.br/boletimincluir.aspx?15&quot; target=&quot;_blank&quot; style=&quot;&quot;&gt;Site&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p class=&quot;gamma&quot; style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Região Nordeste&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alagoas&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Polícia Civil: 0800-2849390&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Polícia Militar: (82) 3201-2000&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Bahia&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – (71) 3235-000 (capital) / 181 (interior)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Rio Grande do Norte&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Semurb – (84) 3616-9829&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p class=&quot;gamma&quot; style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Região Norte&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Amapá&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – 0800-96-8080 (Capital e Interior)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Amazonas&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia 0800-092-0500&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Pará&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – (94) 3346-2250&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Roraima&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – 0800-95-1000&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p class=&quot;gamma&quot; style=&quot;width: 1048px;&quot;&gt;Região Centro-Oeste&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Distrito Federal&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – 197&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Delegacia do Meio Ambiente da Polícia Civil: (61) 3234-5481&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Goiás&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – 197&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Mato Grosso&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – 197&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Mato Grosso do Sul&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;list-style-position: initial; list-style-image: initial;&quot;&gt;&lt;li style=&quot;&quot;&gt;Disque Denúncia – 197&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Abandono de animais bate recorde na pandemia</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2689720/abandono-de-animais-bate-recorde-na-pandemia-e-problema-nao-e-so-brasileiro</link>
                <pubDate>Sat, 13 Mar 2021 13:30:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;div&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;https://www.abcdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/Transamerica_cre%CC%81dito-da-foto-divulgac%CC%A7a%CC%83o-GettyImages-750x375.jpg&quot; alt=&quot;Rádio Transamérica lança campanha nacional com foco em proteção de animais  abandonados - ABC da Comunicação&quot;&gt;

&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Logo que o &quot;confinamento&quot; começou no Brasil, uma rara boa notícia chegou nas ONGs que cuidam de animais abandonados e centros de controle de zoonoses. Com mais tempo em casa, pessoas passaram a procurar os centros de adoção para buscar um novo companheiro para o isolamento. Assim, nos primeiros meses de pandemia, a procura por adoção de cães e gatos aumentou.&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;Passado um ano, a pandemia vive seu pior momento no Brasil, que além da crise sanitária vive uma crise social e econômica gigantesca. O auxílio emergencial acabou, as pessoas perderam seus empregos, e adivinhe o que aconteceu com os cães e gatos? Muitos dos que foram adotados foram devolvidos ou voltaram a ser abandonados.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;Ainda tivemos casos de animais que foram abandonados por desinformação, já que seus donos tinham medo da transmissão do novo coronavírus. A evidência que temos hoje é a de que cães e gatos NÃO podem transmitir a covid-19.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;A notícia nos últimos meses é bem pior do que aquela primeira: recorde de abandonos, ONGs superlotadas e pessoas que resgatam animais exaustas. Com a crise, as doações para essas instituições ainda diminuíram significativamente. Ou seja, elas têm mais animais e menos recursos.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;O problema do abandono de animais no Brasil é enorme e não se resume apenas a esse momento de crise. A OMS estima que existam no país cerca de 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães abandonados no país. Uma pesquisa de 2015 do IBOPE e Instituto Waltham mostrou que seis em cada dez brasileiros deixariam seu animal caso tivessem que se mudar de casa, sendo esse o principal motivo de abandono entre as pessoas que já tiveram um cão ou gato. Entre os motivos evitáveis ainda estão a falta de tempo, questões comportamentais e a chegada de um filho.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;Além do sofrimento a que são submetidos, os animais abandonados representam uma série de problemas para a saúde pública, já que podem transmitir zoonoses como raiva, esporotricose, leishmaniose e leptospirose. Isso sem contar nos problemas como acidentes de trânsito, sujeira, ataques a pessoas, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;O perfil de abandonados nas ruas brasileiras é bem estabelecido: animais sem raça definida, os populares vira-latas, são a esmagadora maioria.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;Os cães de raça são a grande preferência do brasileiro. Quando se trata de adoção de um cão de raça, existe fila, e pessoas se deslocam centenas de quilômetros para buscar. Quando o animal é de raça, não existe tempo ruim, sempre cabe em casa! Já a adoção de vira-latas, mais especificamente, os pretos e de pelo curto, é muito mais difícil, e muitos deles acabam passando a vida toda em abrigos, sem ter uma oportunidade de adoção.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot; float: none;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Cãozinho foi abandonado amarrado em uma arvore</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2560923/caozinho-foi-abandonado-amarrado-em-uma-arvore</link>
                <pubDate>Sat, 23 Jan 2021 14:30:00 +0000</pubDate>
                <description>Esse cãozinho foi abandonado e amarrado em uma árvore, sem água, sem comida. Mais uma situação de maus tratos. O caso aconteceu em Ribeirão Preto e está sendo investigado, afirma o delegado Bruno Lima.&lt;br style=&quot;color: rgb(38, 38, 38); font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://site-1037524.mozfiles.com/files/1037524/WhatsApp_Image_2021-01-23_at_11_31_48.jpeg&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Mulher abandona cachorro</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2560876/mulher-abandona-cachorrinho</link>
                <pubDate>Sat, 23 Jan 2021 13:51:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;h3&gt;Cachorrinho foi abandonado, o caso aconteceu no Paraná.&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Uma cadelinha foi abandona por uma mulher no Paraná, quem a deixou na rua. A equipe do delegado Bruno Lima fez o resgate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mesmo disse:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;&quot; style=&quot;font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; font-size: 14px; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; color: rgb(38, 38, 38);&quot;&gt;ABANDONO É CRIME! 🤬 Inexplicável como alguém tem coragem de abandonar um animal... Conseguimos localizar essa cachorrinha, que estava doente e bem assustada, após sua tutora abandoná-la. JAMAIS aceitaremos qualquer justificativa para tal ato!! Assim que recebemos a denúncia, a equipe do&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Matheus Laiola e do&amp;nbsp;Cassio Silva&lt;span style=&quot;color: rgb(38, 38, 38); font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(38, 38, 38); font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;&quot;&gt;tomaram todas as medidas cabíveis e a autora do crime ESTÁ PRESA! 👊🏻🔗 ( via instagram)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Veja&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;&lt;iframe class=&quot;instagram-media instagram-media-rendered&quot; id=&quot;instagram-embed-0&quot; src=&quot;https://www.instagram.com/p/CKMWtsBp0OE/embed/captioned/?cr=1&amp;amp;v=13&amp;amp;wp=540&amp;amp;rd=https%3A%2F%2Fcatpremium.mozello.com&amp;amp;rp=%2Fm%2Fblog-post%2Fparams%2Fblog%2F25374294%2Faction%2Fadd%2Freturn%2F1%2F#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A79256.05500000529%2C%22ls%22%3A79238.3400000108%2C%22le%22%3A79246.91000001621%7D&quot; allowtransparency=&quot;true&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;1149&quot; data-instgrm-payload-id=&quot;instagram-media-payload-0&quot; scrolling=&quot;no&quot; style=&quot;background: white; max-width: 540px; width: calc(100% - 2px); border-radius: 3px; border: 1px solid rgb(219, 219, 219); box-shadow: none; display: block; margin: 0px 0px 12px; min-width: 326px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Decreto autoriza sacrifício de animais soltos ou abandonados em Brejo do Cruz, no Sertão da PB</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2556141/</link>
                <pubDate>Thu, 21 Jan 2021 22:55:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;header class=&quot;globo-amp-article-header&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 0); font-family: opensans, sans-serif; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;&quot;&gt;&lt;p&gt;Prefeitura justifica determinação com o suposto aumento no número de acidentes de trânsito e doenças que seriam causadas por animais que circulam em via pública.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;globo-amp-share&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content__signa-share&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content__signature&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content-publication-data&quot; style=&quot;display: flex; align-items: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content-publication-data__text&quot;&gt;&lt;p class=&quot;content-publication-data__from&quot; title=&quot;G1 PB &quot; style=&quot;letter-spacing: -0.0125rem;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr class=&quot;content__divider &quot; style=&quot;border-right: 0px; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-image: initial; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(204, 204, 204); margin-bottom: 40px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/header&gt;&lt;section class=&quot;globo-amp-article-body&quot; itemprop=&quot;articleBody&quot; style=&quot;font-family: opensans, sans-serif; letter-spacing: -0.75px; font-size: 18px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.3; clear: both; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content-media&quot; data-block-type=&quot;backstage-photo&quot; style=&quot;&quot;&gt;&lt;figure class=&quot;content-media__container&quot;&gt;&lt;figure&gt;&lt;amp-img alt=&quot;Decreto autoriza sacrifício de animais soltos ou abandonados em Brejo do Cruz, no Sertão da PB — Foto: Reprodução/Prefeitura de Brejo do Cruz&quot; class=&quot;content-media__image-centered i-amphtml-layout-responsive i-amphtml-layout-size-defined i-amphtml-element i-amphtml-built i-amphtml-layout&quot; 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class=&quot;i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content&quot; style=&quot;display: block; height: 0px; max-height: 100%; min-height: 100%; min-width: 100%; width: 0px; margin: auto; position: absolute; top: 0px; left: 0px; bottom: 0px; right: 0px; border-width: initial !important; border-style: none !important;&quot;&gt;&lt;/amp-img&gt;&lt;/figure&gt;&lt;figcaption class=&quot;content-media__description&quot; style=&quot;color: rgb(85, 85, 85); margin-top: 1rem; font-size: 0.75rem; line-height: 1rem;&quot;&gt;Decreto autoriza sacrifício de animais soltos ou abandonados em Brejo do Cruz, no Sertão da PB — Foto: Reprodução/Prefeitura de Brejo do Cruz&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;globo-amp-ad-container&quot; style=&quot;position: relative;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;globo-amp-ad moze-center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;A prefeitura de Brejo do Cruz, município do Sertão paraibano, publicou o&amp;nbsp;decreto de nº 1187/2021&amp;nbsp;que autoriza o sacrifício de animais soltos ou abandonados em ruas e espaços públicos. A determinação, publicada no site do município na última segunda-feira (18), também permite a doação ou o leilão dos animais.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;A ação é justificada com o suposto aumento no número de acidentes de trânsito e doenças que seriam causadas pelos animais.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;O documento proíbe, ainda, a permanência de animais de pequeno, médio e grande porte em vias e espaços públicos (&lt;i&gt;veja classificação abaixo&lt;/i&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul class=&quot;content-unordered-list&quot;&gt;&lt;li style=&quot;list-style: none; position: relative; margin-bottom: 16px; padding-left: 25px; font-size: 1.125rem;&quot;&gt;&lt;b&gt;Pequeno porte&lt;/b&gt;&amp;nbsp;– felinos e caninos.&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;list-style: none; position: relative; margin-bottom: 16px; padding-left: 25px; font-size: 1.125rem;&quot;&gt;&lt;b&gt;Médio porte&lt;/b&gt;&amp;nbsp;– suínos, caprinos e ovinos.&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;list-style: none; position: relative; padding-left: 25px; font-size: 1.125rem;&quot;&gt;&lt;b&gt;Grande porte&lt;/b&gt;&amp;nbsp;– bovinos (bois e vacas), equinos (cavalos), muares (mulas), asininos (asnos) e bubalinos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;São considerados animais soltos ou abandonados aqueles que não estiverem sendo “guiados por pessoa com idade e força suficientes para controlar” os seus movimentos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;Com a medida, podem ser apreendidos animais encontrados soltos ou amarrados nas vias e logradouros públicos, exceto em festividades ou atividades esportivas e de preservação das tradições municipais; e suspeitos de estarem propagando doenças transmissíveis ou não ao ser humano ou para outro animal.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;Se as autoridades sanitárias considerarem que o animal pode causar dano à saúde pública, o documento autoriza o sacrifício no local em que ele for encontrado.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;globo-amp-ad-container&quot; style=&quot;position: relative;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;globo-amp-ad moze-center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;Já os animais apreendidos ficarão à disposição dos proprietários ou de seus representantes legais para resgate, no prazo de até sete dias úteis.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;Após o prazo de resgate, os animais podem ser colocados para doação, leilão ou serem sacrificados.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;Só podem receber animais que forem destinados para adoção, quem atender a requisitos estabelecidos pela vigilância sanitária.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;&quot;&gt;A validade do decreto teve início na última segunda (18), dia em que foi publicado.&lt;/p&gt;&lt;/section&gt;</description>
            </item>
                    <item>
                <title>Denúncias de maus-tratos a animais em Minas Gerais cresceram 37% em 2020</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2469620/</link>
                <pubDate>Mon, 04 Jan 2021 17:59:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;div class=&quot;row head-cover&quot; style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;col-sm-10 col-sm-offset-1 head-cover-title&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; position: relative; min-height: 1px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;rs_read_this1&quot; style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;h4 class=&quot;txt-gray-medium mb-0 center-wall&quot; itemprop=&quot;description&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; font-weight: 500; line-height: 1.2; color: rgb(153, 153, 153); margin-top: 11px; font-size: 20px; word-break: break-word;&quot;&gt;Polícia Civil registrou em média, por dia, seis ocorrências relativas a animais. Denúncias foram feitas sobretudo por vizinhos&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://folhaz.com.br/wp-content/uploads/2019/11/maus-tratos-a-animais-em-goias.jpg&quot; alt=&quot;Maus-tratos a animais terão multa e proibição de criar bichos em Goiás&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O uivo melancólico do cão pastor suíço ecoa pelas ruas, entre janelas de edifícios e casas do Bairro&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Caiçara&lt;/span&gt;. Com as frequentes viagens dos donos, segundo a vizinhança, o sofrimento do animal deixado sozinho para trás se repete todo fim de semana, feriado e férias. Um choro que quem mora perto relata ser agravado pelo fato de o cachorro ser deixado sem higiene própria, alimentos e condições que consideram mínimas.&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box; color: rgba(25, 25, 25, 0.7); font-family: Merriweather; font-size: 18px;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box; color: rgba(25, 25, 25, 0.7); font-family: Merriweather; font-size: 18px;&quot;&gt;Essa situação tem revoltado alguns moradores do bairro da Região Noroeste de Belo Horizonte, sobretudo depois de vídeos serem divulgados pelas redes sociais. Um alerta aos proprietários de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;animais domésticos&lt;/span&gt;&amp;nbsp;que têm viagens preparadas, mas não pensaram ainda no bem-estar de seus pets e cães de guarda: Minas Gerais é um dos poucos estados da federação que regulamentou por lei própria (Lei nº 22.231, de 20 de julho de 2016) que o abandono de animais pode ser considerado maus-tratos, punido com pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e da proibição de guarda.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;As autoridades têm recebido um volume crescente de denúncias de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;maus-tratos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de proprietários, feitas por vizinhos como os que moram em residências próximas ao cão cinzento esquecido com frequência pelos donos.&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;De acordo com estatística da Polícia Civil de Minas Gerais, as ocorrências de maus-tratos, atendimentos a denúncias desse tipo de crime e rinhas de janeiro a 10 de novembro de 2020 já superam em 2% todo o quantitativo de registros de todo o ano de 2019.&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;A média é de seis fatos relativos a esses crimes por dia, contra cinco por dia, em 2019. Só as denúncias de maus-tratos cresceram 37% no período, passando de 364 para 499.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&amp;nbsp;O abandono dos animais tem consequências graves para a saúde deles, e com a pandemia do novo&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;coronavírus&amp;nbsp;&lt;/span&gt;a separação dos pets e de suas famílias amplia esse sofrimento.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box; color: rgba(25, 25, 25, 0.7); font-family: Merriweather; font-size: 18px;&quot;&gt;“Estamos vivendo uma situação diferente com a pandemia. As pessoas estão passando mais tempo em casa com os animais e eles se adaptam a isso. Vira uma nova rotina para eles. Com as viagens de fim de ano e a separação dos animais de suas famílias, o sofrimento acaba sendo maior”, afirma o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG) Bruno Divino Rocha.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;De acordo com o médico veterinário, a solidão e o abandono trazem alterações físicas e não apenas comportamentais aos&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;cães&lt;/span&gt;. “Não é um quadro simples. Vem com alterações hormonais. Aumenta a presença de cortisol no sangue, de hormônios do stress. Com isso, a imunidade sofre baixa, aparecem infecções urinárias e feridas de pele”, descreve Rocha.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Os reflexos na agressividade e maus comportamentos também costumam ocorrer após tempos de abandono. “Os animais podem assumir posturas depressivas ou destrutivas. Ter atitudes como comer móveis e objetos, ingerindo assim corpos estranhos. Podem se ferir e se mutilar, mordendo as patas e outras partes do corpo”, explica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;box-sizing: border-box; word-break: break-word;&quot;&gt;Choro e uivo são sinais&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;A situação do cão que se vê abandonado no Caiçara mobiliza e indigna os vizinhos. “Por mais de uma vez, a família resolveu se ausentar no final de semana e deixar o cão na área externa da casa. É angustiante ouvir o choro, misturado com uivos constantes. Ele (o cachorro) não descansa. É triste ver um animal sentindo a falta da família. Na última vez, parece que ficou também sem alimentação e água”, afirma uma vizinha, que pede para não se identificar para evitar conflitos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Procurar um entendimento com os vizinhos que têm cães e os abandonam quando viajam é um dos primeiros passos para tentar preservar o bem-estar dos animais.&amp;nbsp;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;“O entendimento é preferível. Mas nem sempre isso é possível. Então, cabe a denúncia. Pode-se procurar a Polícia Militar, a Guarda Municipal e a delegacia de proteção à fauna da Polícia Civil. São vários os sinais que indicam o abandono e os maus-tratos, como o choro do animal e o arranhar das portas, por exemplo”, alerta o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG) Bruno Divino Rocha.&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;A coordenadora do&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Movimento Mineiro pelos Direitos Animais&lt;/span&gt;, Adriana Araújo, afirma que geralmente quem abandona ou trata mal seus animais são as pessoas que os ganharam.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;“Por isso, nosso trabalho de adoção é tão importante. Nós nos certificamos de que as pessoas querem mesmo ficar com os cães. Fazemos, também, visitas para averiguar as condições dos animais até dois anos depois da adoção, isso é uma exigência”, conta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&amp;nbsp;Segundo a coordenadora do movimento que milita pelos direitos dos animais, nesta época aumenta muito a quantidade de pessoas que abandonam seus pets em casa e saem para viajar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;“Chamamos isso de abandono por trás dos muros. É um grande desrespeito que ocorre no fim de ano, início de novo ano, durante as férias. Muitos são os animais que ficam sem comida, sem água, sem as necessidades básicas, desprovidos de lugar para dormir, abrigados do sol quente, do frio da noite e do vento. Muitos dormem debaixo de chuva. São deixados com as vasilhas de comida sujas, a ração se perde com o tempo e os animais acabam passando fome, ingerem comida contaminada até com urina de rato, podendo morrer de intoxicação ou de leptospirose”, descreve Adriana Araújo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;box-sizing: border-box; word-break: break-word;&quot;&gt;Doação de filhotes de pitbull&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;O empresário e ativista pela causa dos animais, Filipe Correa, de 39 anos, já chegou a resgatar 16 cães que se encontravam em situações de abandono nas ruas ou em residências.&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;“A última foi uma pitbull que a dona não tinha a menor condição de cuid ar e por isso precisei de fazer um convencimento. A cadela pariu uma ninhada de sete cãezinhos e consegui pessoas para adotá-los. Se você não tem condição de cuidar dos animais a doação é a melhor opção”, afirma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Filipe, Adriana e o presidente do CRMV-MG, Bruno Divino Rocha, recomendam que as pessoas se programem e encontrem um hotel para hospedar seus animais caso precisem viajar e não os possam levar. Indicam também serviços como os de “&lt;span style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;dog sister&lt;/span&gt;”, que são pessoas contratadas para passar nas casas de pessoas que estão viajando para dar alimentação e até brincar com os bichos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;“Antes de se contratar um serviço de hotel é importante verificar se os estabelecimentos estão registrados, se têm apoio de clínicas caso ocorram emergências e se contam com um veterinário responsável”, alerta o presidente do CRMV-MG.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;box-sizing: border-box; color: rgba(25, 25, 25, 0.7); font-family: Merriweather; font-size: 18px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;col-xs-12 ads ads__with-bg hidden-print p-0 mt-25 mb-25 p402_hide moze-center&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; position: relative; min-height: 1px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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                <title>Cresce a &#039;epidemia de abandono&#039; de animais na pandemia da Covid-19</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2463509/</link>
                <pubDate>Sun, 03 Jan 2021 18:12:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;h2 class=&quot;complement&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; letter-spacing: normal;&quot;&gt;Segundo a Prefeitura, estima-se que há cerca de 14 mil animais largados pelas ruas e praças de Cuiabá&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://observatorio3setor.org.br/wp-content/uploads/2019/10/animais-abandonados.jpg&quot; alt=&quot;Abandono de Animais - Observatório do 3° Setor&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Os casos de abandono e maus tratos de animais têm se intensificado neste momento de pandemia da Covid-19.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;De acordo com a Diretoria de Bem-estar Animal de Cuiabá, estima-se que há cerca de 14 mil animais largados pelas ruas e praças da Capital.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Atualmente, o órgão municipal promove a adoção responsável de cerca de 25 bichinhos, que estão aguardando por um novo lar.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Conforme a diretora Saula Saula Ouverney, o cálculo para estimativa da quantidade de bichos abandonados é feito com base em informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Ele funciona da seguinte forma: em cidades de grande porte, calcula-se que, para cada cinco habitantes, há um cachorro.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;A partir desta projeção, em Cuiabá, uma cidade de 700 mil habitantes, teríamos então 140 mil animais domésticos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Deste montante, a estimativa é de que 10% deles estejam abandonados, ou seja, na realidade de Cuiabá, teríamos 14 mil animais abandonados.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Por isso, conforme Saula Ouverney, a atuação da “Bem-Estar” sempre foi pautada na educação da população para o cuidado com os animais, pois esta é a principal ferramenta para se combater o abandono e, consequentemente, desafogar a estrutura de abrigamento e atendimento médico desses bichinhos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;“Temos gatos e cachorros, todos muito carinhosos, de variados portes físicos, só aguardando por um lar em que possam retribuir afeto e atenção. A maioria já sofreu muito por maus tratos, mas foi resgatadas e cuidada pelos nossos profissionais servidores e parceiros. Agora, precisam do conforto de um lar e de uma família para chamarem de sua”, declarou.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;O órgão foi implantado pela gestão Emanuel Pinheiro (MDB), por sensibilidade a causa animal e ,mais do que isso, por reconhecer a causa como uma questão de respeito, saúde e política pública.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Desde sua criação, em março de 2018, a Diretoria atendeu mais de mil animais, dentre gatos e cachorros, e promoveu a adoção responsável de cerca de 300 bichinhos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Além disso, foram aprovadas e estão em fase de regulamentação, seis leis municipais, sugeridas pela Bem-Estar direcionadas a causa animal: Lei 436/17 de proteção aos animais, Lei 6423/19 do protetor independente, Lei 6439/ 19 do animal comunitário, Lei 6492/19 de monitoramento através de câmeras em pet shop, Lei 6512/20 de circulação de veículo de tração animal em vias de perímetro urbano e Lei 6549/20 proibindo animal em corrente curta.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Todos os animais são entregues para adoção já vermifugados, vacinados e castrados.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Em caso de filhotes, o futuro dono assina um termo de responsabilidade se comprometendo a retornar com o animal, em período determinado, para que a Diretoria realize a castração.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;A medida é uma das ações do órgão para reduzir a proliferação de possíveis animais abandonados.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;A diretora enfatiza ainda que a pessoa, ao adotar um anima,l assume os seguintes compromissos: atendimento das necessidades físicas, psicológicas, ambientais e de saúde do animal; prevenção de riscos que ele possa causar à comunidade ou ao ambiente, como agressão, transmissão de doenças ou de danos a terceiros.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Essas e demais recomendações podem ser consultadas na Lei Complementar 463/2017.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Para agendar uma adoção, basta entrar em contato pelo telefone 0800 647 7755, de segunda a sexta, das 8 às 12h e das 14 às 18h.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;As denúncias de maus-tratos a cães e gatos também podem ser feitas por meio do meio mesmo número.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;Mas vale ressaltar que neste período de festas, as denúncias devem ser direcionadas para a Delegacia de Meio Ambiente (Dema).&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;author-and-socials&quot; style=&quot;box-sizing: border-box;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</description>
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                <title>Cachorro de rua é assassinado por morador que se incomodava com os latidos</title>
                <link>http://catpremium.mozello.com/noticias/params/post/2458623/cachorro-de-rua-e-assassinado-por-morador-que-se-incomodava-com-os-latidos</link>
                <pubDate>Sat, 02 Jan 2021 18:03:00 +0000</pubDate>
                <description>&lt;div class=&quot;row content-head non-featured&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial; max-width: 85rem;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;medium-centered subtitle&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;moze-small&quot;&gt;Bichinho era cuidado pelos moradores. Testemunhas relataram à polícia que um próprio morador do bairro cometeu o crime porque se incomodava com os latidos do cachorro. Imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia mostram o momento em que o suspeito passa na rua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr class=&quot;moze-more-divider&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;https://s2.glbimg.com/2L206QsffyU9L_tGz2RhEw4RZFY=/0x0:1262x886/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/5/3/T5lPBSQiWOQwATbExbGQ/cachorro-morto-a-tiros-no-portinho.png&quot; alt=&quot;Imagens de câmeras de segurança mostram suspeito passando no momento do crime. Cachorro de rua era cuidado pelos moradores do Portinho, em Cabo Frio — Foto: Reprodução Inter TV&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;mc-column content-text active-extra-styles&quot; data-block-type=&quot;unstyled&quot; data-block-weight=&quot;47&quot; data-block-id=&quot;2&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial; max-width: 42.5rem; letter-spacing: -0.03125rem; overflow-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;p class=&quot;content-text__container&quot; data-track-category=&quot;Link no Texto&quot; data-track-links=&quot;&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;Um cachorro de rua, conhecido no bairro Portinho, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, foi morto a tiros na virada do ano, por volta das 23h desta quinta-feira (31). O crime chocou os moradores do bairro, que cuidavam há muito tempo do animal.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;wall protected-content&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;mc-column content-text active-extra-styles&quot; data-block-type=&quot;unstyled&quot; data-block-weight=&quot;28&quot; data-block-id=&quot;3&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial; max-width: 42.5rem; letter-spacing: -0.03125rem; overflow-wrap: break-word;&quot;&gt;&lt;p class=&quot;content-text__container&quot; data-track-category=&quot;Link no Texto&quot; data-track-links=&quot;&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;Testemunhas relataram à polícia que dois tiros foram disparados por um morador do bairro simplesmente porque ele se incomodava com os latidos do animal sempre que passava.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content-text__container&quot; data-track-category=&quot;Link no Texto&quot; data-track-links=&quot;&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;A Polícia Civil teve acesso às imagens de câmera de segurança que mostram o suspeito passando pela rua no momento do crime. Testemunhas disseram ainda que o homem já havia tentado matar o animal antes. A polícia ainda está verificando se o homem tem porte de arma de fogo.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content-text__container&quot; data-track-category=&quot;Link no Texto&quot; data-track-links=&quot;&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados é crime com pena de três meses a um ano de prisão, além de multa. Quando se trata de cão, a detenção pode ser de dois a cinco anos e multa. E, em caso de morte, a pena pode ser de até cinco anos de prisão.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;content__signa-share&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial; display: flex; justify-content: space-between;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content__signature&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial; display: flex;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content-publication-data&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial; display: flex; align-items: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;content-publication-data__text&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; vertical-align: initial;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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